Yo La Tengo com novo álbum na agulha: ‘Popular Songs’

Dizem que "a única coisa previsível sobre os álbuns do Yo La Tengo é seu alto nível de excelência e de um louco montante de estilos associados ao seu tradicional indie pop rock". O novo álbum da banda, Popular Songs (desta bela capa acima), com previsão de lançamento para 8 de setembro próximo via Matador Records, foi gravado em Nashville desde o início de 2009 com produção do antigo colaborador Roger Mountenot, e co-produção do próprio trio (Georgia Hubley, Ira Kaplan e James McNew). "Periodically Double Or Triple" é o primeiro MP3 liberado de Popular Songs.

MP3: Yo La Tengo - Periodically Double Or Triple [+mp3]

Outras pérolas:
MP3: Yo La Tengo - "Pass the Hatchet, I Think I'm Goodkind"
(from I Am Not Afraid of You and I Will Beat Your Ass, 2006)
MP3: Yo La Tengo - "Beanbag Chair"
(from I Am Not Afraid of You and I Will Beat Your Ass, 2006)
MP3: Yo La Tengo - "Little Eyes"
(from Summer Sun, 2003)
MP3: Yo La Tengo - "Don't Have to Be So Sad"
(from Summer Sun, 2003)
MP3: Yo La Tengo - "The Love Life of the Octopus"
(from Sounds of the Sounds of Science, 2002)
MP3: Yo La Tengo - "The Summer"
(from KEXP session, October 15, 2006)
MP3: Yo La Tengo - "I Feel Like Going Home"
(from KCMP session, October 7, 2006)
MP3: Yo La Tengo - "From a Motel 6"
(from a live radio broadcast)

Links: yolatengo.com | myspace | lastfm | matadorrecords | wikipedia

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Thom Yorke - "All For The Best" [mp3]

Mark Mulcahy foi o líder da Miracle Legion, banda americana de New Haven, Connecticut, região de New England, que fazia um som baseado no pós-punk, que ficou ativa entre os anos 80 até meados dos 90. Depois fundou a Polaris para fazer a trillha do seriado de comédia infanto-juvenil The Adventures of Pete & Pete, no ar entre 1993 e 1996. Em seguida, deu início à sua carreira solo. Infelizmente, os projetos de Mulcahy não ficaram muito conhecidos mas, foram bem citados por grandes estrelas de gerações posteriores, tanto que abriu para muitos artistas notáveis, incluindo Oasis e Jeff Buckley, e recebeu homenagem de Thom Yorke (Radiohead), que dedicou uma canção para Mulcahy num show em Boston.

Ciao My Shining Star: The Songs of Mark Mulcahy é um tributo ao cantor/compositor, previsto para ser lançado em 29 de setembro de 2009, com contribuições de grandes artistas como Thom Yorke, The National, Dinosaur Jr., Michael Stipe, Juliana Hatfield, Mercury Rev, Frank Black, bem como muitos outros. Mais do que ser um tributo, o álbum também servirá como um benefício para Mulcahy cuja mulher morreu recentemente, deixando tri-gêmeas recém-nascidas.

Aqui temos a primeira faixa a circular na blogosfera, trata-se da que abre o álbum, "All For The Best", e que originalmente vem de Surprise Surprise Surprise, álbum de 1987 do Miracle Legion, num arranjo de pinceladas electro de Thom York que, no mínimo, impressiona.

MP3: Thom Yorke - "All For The Best"

MP3: Miracle Legion - "All For The Best"
Waking up, and the bed was made
no one looked me in the eye
the more I try, the more I cry
and it’s all for the best

Watched my brother cutting grass outside
sitting on the porch he told me
it’s a long way to go before we can rest
but it’s all for the best

You’re so beautiful it sings
on a lonely lazy morning
and when I see you rocking back and forth
whispering that it’s all for the best

One day the stone will roll away
soon you’ll see
you’re far away from home but never far away from me
and that’s all for the best

…and say you love me

Promise me, son, not to do the things I’ve done
walk away from trouble at the end of the day

Say you love me
say you love me

Let’s just say you love me

Confira a lista de artistas e canções de Ciao My Shining Star: The Songs of Mark Mulcahy:
01. Thom Yorke - "All For The Best"
02. The National - "Ashamed Of The Story I Told"
03. Michael Stipe - "Everything's Coming Undone"
04. David Berkeley - "Loves The Only Thing That Shuts Me Up"
05. Dinosaur Jr. - "The Backyard"
06. Chris Harford & Mr Ray Neal - "Micon The Icon"
07. Frank Black - "Bill Jocko"
08. Vic Chesnutt - "Little Man"
09. Unbelievable Truth - "Ciao My Shining Star"
10. Butterflies Of Love - "I Have Patience"
11. Chris Collingwood (Fountains Of Wayne) - "Cookie Jar"
12. Frank Turner - "The Quiet One"
13. Rocket From The Tombs - "In Pursuit Of Your Happiness"
14. Ben Kweller - "Wake Up Whispering"
15. Josh Rouse - "I Woke Up In The Mayflower"
16. Autumn Defense - "Paradise"
17. Hayden -"Happy Birthday Yesterday"
18. Juliana Hatfield - "We're Not In Charleston Anymore"
19. Mercury Rev - "Sailors And Animals"
20. Elvis Perkins - "She Watches Over Me"
21. Sean Watkins - "A World Away From This One"


Ciao My Shining Star: The Songs of Mark Mulcahy terá seu lançamento em 9/29 via Shout! Factory. Pode ser pré-encomendado na Amazon. Um álbum adicional com 20 faixas de gente como AC Newman, Buffalo Tom e Laura Veirs será lançado digitalmente.


Links:
www.markmulcahy.com
www.myspace.com/markmulcahymusic


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Mutantes - "Teclar" [new mp3 song]

Os Mutantes estão finalizando um novo álbum de inéditas, Haih está previsto para 8 de setembro pelo selo indie americano Anti-. Da formação clássica e original só resta Sérgio Dias Baptista, nada de participação de seu irmão Arnaldo Baptista e muito menos de Rita Lee mas, tem Dinho Leme, baterista da segunda formação progressiva dos anos 70, além dos novos membros Simone Soul, Henrique Peters, Vitor Purusha, Fabio Recco, Bia Mendes e Vinicius Junqueira. Hoje foi liberada a primeira faixa de Haih, trata-se de "Teclar", canção com a cara tropicaliasta dos velhos e bons tempos mais alguns novos truques.

MP3: Mutantes - "Teclar" [+MP3]

Links: mutantes.com | osmutantes.com | myspace | anti-

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Dirty Projectors - “Stillness Is The Move” [MP3/VIDEO]

Dirty Projectors, banda originária do Brooklyn, New York em 2002, que faz um som que pode-se classificar como indie-rock-experimental, liderada por Dave Longstreth, que atua na direção do DP. Fazem parte da formação atual da banda, além de Dave Longstreth (musical direction), Amber Coffman (singing, guitar), Angel Deradoorian (singing, keyboard, samples, guitar, bass), Brian Mcomber (drums), Nat Baldwin (bass) e Haley Dekle (singing). Mas já passaram pela banda, além desses, mais de uma dezena de outros(as) músicos e cantores(as).

O novo álbum da banda está causando suspiros por toda parte e, não são poucos, que já apontam Bitte Orca como o melhor álbum do ano (eu também concordo). O álbum traz nove faixas climáticas, densas, profundas e pop. Pode? claro que sim, e com o talento dessa trupe, parece até fácil. O primeiro single é a bela “Stillness Is The Move”. O vídeo oficial de “Stillness Is The Move” foi filmado em Mount Equinox, Vermont e conta com huskies siberianos e raras lhamas. Confira.

MP3: Dirty Projectors - “Stillness Is The Move”


Directed by Matthew Lessner
Produced by Justin Lundstrom
Cinematography by Adam Newport Berra

Links: myspace | westernvinyl | deadoceans | dominorecords | allmusic | wikipedia

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James Brown + Michael Jackson + Prince


A situação. Show de James Brown em 1983. Na platéia estão Michael Jackson e Prince. Brown convida Jackson que no palco, canta e dança. Brown também convida Prince ao palco, que canta, toca guitarra e dança ao estilo Brown. O mestre e seus discípulos. Antológico é pouco.

Sites: James Brown + Michael Jackson + Prince

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Dead Oceans Compilation

Dead Oceans Compilation é uma juntada de faixas que fizemos de recentes lançamentos da Dead Oceans Records, selo norte-americano de indie-rock fundado em 2007 que tem um pequeno cast em quantitade mas enorme em qualidade. Começa pelos lançamentos mais recentes do primeiro semestre de 2009 como o de John Vanderslice, passa pelos principais de 2008 como o do Evangelicals e encerra com os primeiros de 2007, vide Dirty Projectors. Divirta-se!

MP3: John Vanderslice - Fetal Horses *
MP3: Nurses - Caterpillar Playground *
MP3: Bowerbirds - Northern Lights *
MP3: Akron/Family - River *
MP3: Bishop Allen - Dimmer *
MP3: Mt. St. Helens Vietnam Band - Anchors Dropped *
MP3: These Are Powers - Life Of Birds *
MP3: White Hinterland - Chant de Grillon **
MP3: The Donkeys - Walk Through A Cloud **
MP3: The Explorers Club - Do You Love Me? **
MP3: Evangelicals - Skeleton Man **
MP3: Citay - First Fantasy ***
MP3: Phosphorescent - A Picture Of Our Torn Up... ***
MP3: Dirty Projectors - No More ***

Releases: (*) 2009, (**) 2008, (***) 2007.

• Clique com o botão direido do mouse no link; salvar destino como...; renomei o arquivo; inicie o dowload do MP3.
• Right click the link and rename the file to download the MP3.

Compre/Buy via Dead Oceans Records

Conheça também:
Sub Pop Compilation
Barsuk Records Compilation
SVC Records Compilation
Sub Pop Cybersex Digital Sampler
Secretly Canadian Compilation
Jagjaguwar Records Compilation

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Dark Was The Night: Live At Radio City Music Hall, 3 May 2009

Um dos melhores lançamentos do ano é a compilação Dark Was The Night da Red Hot Oraganization. Para este álbum houve um concerto de lançamento no dia 3 de maio passado, no Radio City Music Hall com algumas das bandas e artistas solos que participaram do álbum. Dirty Projectors, David Byrne, My Brightest Diamond, The National, Dave Sitek, Bon Iver, Feist, Sharon Jones e The Dap Kings, além de convidados como, Aaron Dessner e Justin Vernon, fizeram-se presente no ótimo concerto.

O site NPR Music disponibilizou a apresentação quase que na totalidade mas, em uma única faixa em mp3. O que fizemos foi editar, seperando as faixas e as submetendo a um processo básico de masterização, conseguindo um bom resultado, além de preparar uma capinha (clique na imagem acima para ampliá-la) para um possível CD. Não deixe de conferir.

Dark Was The Night: Live At Radio City Music Hall, 3 May 2009

Set List:
1. Dirty Projectors - "Useful Chamber"
2. Dirty Projectors - "Stillness Is the Move"
3. Dirty Projectors + David Byrne - "Ambulance Man"
4. Dirty Projectors + David Byrne - "Knotty Pine"
5. My Brightest Diamond - "Feeling Good"
6. The National - "Vanderlylle Cry Baby"
7. Dave Sitek - "With a Girl Like You"
8. David Byrne - "Don't Fence Me In"
9. David Byrne + Justin Vernon - "Dreamworld: Marco de Canavezes"
10. Bon Iver - "Brackett, WI"
11. Bon Iver - "Blood Bank"
12. Bon Iver + Aaron Dessner + Matt Berninger - "Big Red Machine"
13. Bon Iver + Aaron Dessner - "Flume"
14. Feist + Justin Vernon - "Train Song"
15. Feist - "Someday Baby"
16. Sharon Jones + The Dap Kings - "Not Gonna Cry"
17. Sharon Jones + The Dap Kings - "When I Come Home"
18. Sharon Jones + The Dap Kings - "Inspiration Information"
19. Sharon Jones + The Dap Kings - "100 Days, 100 Nights"
20. Ensemble Encore - "This Land Is Your Land"

DOWNLOAD via RapidShare

Baixe a capa/Download the cover

Links: DarkWasTheNight.com | RedHot.org | MySpace | 4AD

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Top 8 da Semana

MP3: God Help the Girl – Funny Little Frog
MP3: Swan Lake – Spanish Gold, 2044
MP3: Alexi Murdoch – All My Days
MP3: Oneida – I Will Haunt You
MP3: Okkervil River – Pop Lie
MP3: Datarock – True Stories
MP3: The Films – Holiday
MP3: Tunng – Take

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Nove Novos Artistas Essenciais da Música Brasileira (por Revista Trip)

Na seleção dos Nove Novos da Trip em 2009, no sentido horário: Junio Barreto (de terno), Hélio Flanders, Thalma de Freitas, Rômulo Fróes, Ganjaman, Tatá Aeroplano, Catatau, Kassin e Céu

Ninguém é de ninguém: a nova realidade
Inspirada em uma capa da clássica revista em 1966, Trip aposta em nove novos artistas essenciais da música brasileira e constata que a cena atual é quase uma orgia: todo mundo toca com todo mundo e o prazer é geral

Esqueça as paradas de sucesso, os prêmios que louvam os medalhões de sempre, os ganhadores de Disco de Ouro e aquele papinho “ah, mas a cena de hoje não tem mais um Chico, um Caetano.”. Conversa. O riquíssimo panorama musical contemporâneo não tem nada a ver com o que rolou nos anos 60. São outros públicos e propostas, outro jeito de a música chegar ao ouvinte, os grupos não são hermeticamente fechados e se abrem para novas combinações – e não há um inimigo comum, fardado e censor, a combater.

Mas existe um adversário invisível: a multiplicação e a dispersão de sons e imagens. Qualquer músico pode criar uma página na rede, encontrar um buraco para tocar, bancar um CD bacana por R$ 3 mil. Talvez por isso a Trip tenha tido tanto trabalho para apostar nos nove carros-chefe da nova geleia geral brasileira – inspirada em uma clássica reportagem da revista Realidade, que em 1966 cravou o mesmo número de jovens talentos musicais em sua capa. Chico Buarque tinha apenas 23 anos e era conhecido pelo hit “A banda”; Caetano Veloso e Gilberto Gil, ambos com 24, ainda não haviam dado a cara nos festivais da canção.

Se a Realidade acertou quase tudo, Trip, através de um colegiado e de muitas horas de discussão, arrisca estes Nove Novos com firmeza. Afinal, embora distantes do público de massa, eles são figurinhas carimbadas para quem acompanha movimentações de palco e MySpace. Todos são compositores; alguns ainda burilam o segundo álbum, outros são mais rodados – e, dos nove, só Thalma de Freitas tocou com todos.

Na Realidade de 66, em sentido horário, a partir do homem de terno: Milton Banana (Milton Banana Trio), Jair Rodrigues, Nara Leão, Paulinho da Viola, Toquinho, Magro (MPB-4), Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil

“Nenhum homem é uma ilha, todo de si mesmo; cada homem é um pedaço do continente, uma parte da terra principal”, escreveu em 1624 o poeta inglês John Donne. O verso ilumina nossa busca pelos homens arquipélago dos anos 00, no lugar dos músicos estelares dos anos 60. Hoje, quem se isolar dos aspectos menos artísticos de seu trabalho some. Não funciona ficar no canto criando, à sombra de uma gravadora ou de um produtor. O artista precisa se mover para todos os lados, às vezes se ocupando de tarefas nada musicais – pensar a arte do CD ou do site, cuidar da produção de um show ou da agenda de um evento.

Agora que ficou combinado que o CD é suporte para o trabalho ao vivo, antes meio que fim, ficou mais liberado todo mundo tocar com todo mundo. Seja solidário ou morra: a cena musical deriva concretamente da dinâmica das redes, que se tornaram o novo paradigma da comunicação (online e interativa, da internet e dos videogames), substituindo o de difusão (próximo dos festivais de TV e dos programas de rádio). Faz sentido a aproximação de artistas e bandas de gêneros musicais distantes. Isso não tem nada a ver com movimento: a liga é mais forma que conteúdo, mais modo de trabalho que programa artístico.

O esquema “banda trabalha seu disco com a gravadora e sai em turnê” não funciona mais. Embora os álbuns sejam fundamentais à coerência de cada projeto, grupo ou artista solo, há tanta coisa rolando entre cada lançamento que se poderia dizer: o mais bacana é a obra em progresso. Entre álbum e outro surgem parcerias inusitadas, projetos paralelos que ganham força e roubam os holofotes. Assim como não existem gêneros definidos, não há polos centrais que aglutinam coadjuvantes ao seu redor. Como em um filme do Quentin Tarantino ou em um livro do Roberto Bolaño, um personagem secundário em uma cena pode ser o principal narrador na seguinte e vice-versa.

O panorama musical dos anos 00 é fragmentário, interdependente, contextual. Daniel Ganjaman, do Instituto, reflete: “Não existe entre nós essa ideia de movimento; são diversas movimentações acontecendo ao mesmo tempo, para todos os lados, entre as mesmas pessoas e outras novas”. Rômulo Fróes teoriza: “Agora é que está finalmente acontecendo a tropicália. A ideia de que todos iam criar tudo, apresentada pelos tropicalistas, só se realiza plenamente na nossa era”. Seja bem-vindo.

/Troca-troca/
Conheça a rede de colaborações dos nove artistas selecionados pela Trip com outros 66 músicos

CATATAU
Céu: ele toca na faixa “Espaçonave” do disco novo dela / Cidadão Instigado: líder da banda / Ganjaman: tocou no disco Método tufo de experiência (2005), do Cidadão Instigado / Instituto: foi membro do coletivo e participa de seus shows / Instituto Racional: músico do projeto / Kassin: participa da faixa “Recomeçar”, do disco novo de Catatau / Otto: Catatau tocou por oito anos na banda dele / Rodrigo Amarante: dividiram o palco em show do Cidadão Instigado / Rômulo Fróes: Catatau participou do show Tudo de novo, organizado por Rômulo / Tatá Aeroplano: Catatau fez os arranjos e Tatá as letras de um projeto especial / Thalma de Freitas: tocou em show solo dela
Cidadão Instigado - O Ciclo da Dê.Cadência (2002)
Cidadão Instigado - E o Método Túfo de Experiências (2005)
http://www.myspace.com/cidadaoinstigado

CÉU
Apollo 9: ela cantou três músicas no disco Res inexplicata volans / Curumin: baterista da cantora em turnê pelos EUA / Instituto Racional: participou de show do coletivo criado por Ganjaman / Junio Barreto: compôs “Doce Guia”, que ela canta no disco do 3NaMassa / Kassin: trabalharam juntos no tributo Samba Soul: Red hot organization / Sonantes: participa do projeto formado por Gui Amabis, Rica Amabis, Dengue e Pupillo / Thalma de Freitas: gravaram juntas “Bubuia”, no novo disco de Céu / 3NaMassa: ela canta uma música no disco e participa dos shows do coletivo
Céu - Céu (2005)
Céu - Vagarosa (2009)
http://www.myspace.com/ceumusic

GANJAMAN
BNegão: fizeram música para o disco Enxugando gelo, de BNegão, que é membro do Instituto Racional / Curumin: parceria no disco Japan pop show, de Curumin / Forgotten Boys: Ganja produziu três discos da banda / Hélio Flanders: fizeram shows juntos / Instituto: integrante do núcleo formado com Tejo Damasceno e Rica Amabis / Instituto Racional: criou o projeto de shows com convidados cantando Tim Maia / Kassin: os dois desenvolvem projeto com Maurício Takara / Marcelo Camelo: Ganja fez a engenharia de som do DVD ao vivo de Camelo / Maurício Takara: parcerias no disco Coleção nacional, do Instituto / Nação Zumbi: Ganja produziu metade do disco Nação Zumbi e tem parcerias com a banda em trilhas sonoras / Otto: dirigiu shows do cantor e participou das gravações de vários discos / Planet Hemp: foi tecladista e guitarrista da banda / Racionais: gravou e mixou o disco Nada como um dia após o outro dia / Sabotage: produziu disco do rapper e trabalha na produção de um CD póstumo / Thalma de Freitas: tocou no EP da cantora, que integra o Instituto Racional
Instituto - Coleção Nacional (2002)
http://www.myspace.com/danielganjaman

HÉLIO FLANDERS
Mallu Magalhães: formaram o Overcoming Trio com Zé Mazzei / Tatá Aeroplano: fizeram shows juntos no projeto Jagunços Virtuais / Thalma de Freitas: ele compôs “Mar” para ela, ela compôs “Sol e mar” para ele / Thiago Petit: Hélio cantou em show de Thiago
Vanguart - Vanguart (2007)
Vanguart - Multishow Registro (2009) + pt2
http://www.myspace.com/vanguart

JUNIO BARRETO
Gal Costa: gravou a música “Santana”, composta por Junio / Lanny Gordin: regravaram “Onde eu moro passa um rio”, de Caetano Veloso / Nação Zumbi: participou da turnê Fome de tudo e compôs a música “Toda surdez será castigada” para a banda / Otto: Junio tocou em shows do cantor / Thalma de Freitas: ele tocou no show do projeto solo dela / 3NaMassa: compôs “Doce guia” e “Morada boa” para o projeto / Vanessa da Mata: ela canta a música “Oiê” no show dele
Junio Barreto - Junio Barreto (2004)
http://www.myspace.com/juniobarreto123

KASSIN
Adriana Calcanhoto: compuseram juntos “Quando Nara ri” e “Semióticos!” / Jorge Mautner: produziu o disco dele com o Caetano / Los Hermanos: produziu e tocou baixo em dois discos da banda / Mariana Aydar: produziu o último disco da cantora / Orquestra Imperial: integrante do conjunto / Rodrigo Amarante: participa do disco do Kassin +2 / Thalma de Freitas: ele participou do EP dela, ela participou do disco dele / Vanessa da Mata: compôs com ela a música “Pirraça”
Moreno + 2 - Máquina de Escrever Música (2001)
Domenico + 2 - Sincerely Hot (2004)
Kassin + 2 - Futurismo (2006)
http://www.myspace.com/morenodomenicokassin2

RÔMULO FRÓES
Andreia Dias: gravou “Uva de caminhão” em disco dele / Curumin: tocou em dois discos e vários shows de Rômulo / Guizado: participou do show Tudo de Novo, organizado por Rômulo / Lanny Gordin: participou de dois discos e vários shows de Rômulo / Mariana Aydar: Rômulo compôs “Nada é disso pra você querer” para Mariana, ela cantou “De Adão pra Eva” em CD dele / Nina Becker: ele compôs a música “FlorLanny Gordin: vermelha” para o novo disco de Nina, ela cantou as faixas “Astronauta” e “Ninguém liga” no CD dele / Tatá Aeroplano: no novo disco de Rômulo, Tatá gravou “Para fazer sucesso” / Thalma de Freitas: ele compôs a música “Uma outra qualquer por aí” para Thalma
Romulo Fróes - Calado (2004)
Romulo Fróes - Cão (2006)
Romulo Fróes - No Chão Sem O Chão (2009) + pt2
http://www.myspace.com/romulofroes

TATÁ AEROPLANO
Apollo 9: Tatá fez as letras para projeto produzido por Apollo / Cérebro Eletrônico: banda de Tatá / Dudu Tsuda: tecladista do Cérebro Eletrônico e do Jumbo Elektro / Hélio Flanders: shows juntos no projeto Jagunços Virtuais / Jumbo Elektro: banda de Tatá / Júpiter Maçã: atuou no filme Apartment Yet, de Júpiter / Thiago Petit: produziu duas faixas para o disco de Petit / Tiê: cantou a música “Chá verde” no CD dela
Cérebro Eletrônico - Onda Híbrida Ressonante (2003)
Cérebro Eletrônico - Pareço Moderno (2008)
Cérebro Eletrônico - Pareço Virtual EP (2008)
http://www.myspace.com/cerebroeletronico

THALMA DE FREITAS
Apollo 9: cantou em shows do produtor / Domênico: ela gravou a música “Sincerely hot” para o álbum Domênico +2 / Dudu Tsuda: ele tocou no Casio Nights, projeto solo dela / Laércio de Freitas: o pai de Thalma toca no EP da filha / Orquestra Imperial: integrante do conjunto / 3naMassa: cantou “Eladeirada” no disco coletivo
Thalma de Freitas - Thalma (1994)
Thalma de Freitas - Thalma de Freitas EP (2004)
http://www.myspace.com/thalmadefreitas

Daniel Ganjaman, Hélio Flanders e Rômulo Fróes

MULTITAREFA
Apesar dos 32 anos, o produtor, multi-instrumentista e compositor Daniel Ganjaman, irmão de Fê Sanchez (CPM22) e Maurício Takara (Hurtmold), é macaco velho nessa turma: começou aos 15. “Acredito que uns cem álbuns tenham passado pelo nosso estúdio, o El Rocha”, conta o tecladista e guitarrista do coletivo Instituto – praticamente um resumo desta matéria, tanta gente que aglutina. O paulistano produziu Racionais, MV Bill, Nação Zumbi e, além de preparar o novo do coletivo e finalizar um inédito de Sabotage, já pensa em projeto solo. “Já fui mais workaholic, mas agora tô dando uma parada, senão o bicho pega.”

VERDE
“Hoje os grandes artistas não estão nos grandes estádios”, afirma o baixinho Hélio Flanders, o mais jovem dos Nove: tem 24 anos. Paranaense de Londrina, Helinho surgiu em Cuiabá à frente do Vanguart, banda agora residente em São Paulo. Estourou nacionalmente com “Semáforo” e é um dos links mais precisos entre folk rock, pop indie e música brasileira – parceiro da chanteuse Cida Moreyra e de Mallu Magalhães no Overcoming Trio, o mini-Dylan tem tocado nos shows uma versão poderosa de “O mar”, de Dorival Caymmi.

SAMBISMO
“Pragmático e nada programático”, assim o paulistano Rômulo Fróes define o panorama. Aparentemente um sujeito cerebral (é assistente do artista plástico Nuno Ramos, seu letrista), em seus três álbuns Rômulo cantou sambas de uma melancolia negra, prima do melhor Nelson Cavaquinho. Muito inteirado na cena (“o artista tem que conhecer desde a melhor corda de cavaquinho até os meandros da lei Rouanet”), avisa: “A gente precisa sempre inventar uma coisa, disco, show, projeto. Senão, some”. Apesar disso, acredita que “a cena se sedimentou”.

Céu, Fernando Catatau e Thalma de Freitas

MUSA
Ela surgiu há quatro anos fazendo a festa dos jornalistas apaixonados por trocadilhos e belas cantoras. Um Grammy e uma filha depois do elogiado disco de estreia, Céu burila o segundo álbum, que tem entre as participações ilustres as últimas viradas do baterista Gigante Brasil (Itamar, Caetano, Gil). Acha que a cena remete aos encontros do começo dos anos 60, antes que fosse moldada a atual MPB: “A galera é muito quebra-galho um do outro”, diz Céu, que incluiria o baterista Pupillo entre os Nove Novos – e quer um dia compor com Zeca Pagodinho.

ZÉ-DOIDIM
Fernando Catatau diz que juntaria Marcelo Jeneci, Curumin, Edgard Scandurra e Chico Salém nesta foto dos Nove. Embora celebrado pelo seu heroísmo guitarrístico, o cearense de Fortaleza é um agregador: toca no Instituto Racional, acompanhou Otto, sonha um projeto com Siba e a Fuloresta do Samba, acabou de produzir o álbum de Arnaldo Antunes e finaliza a aguardada terceira obra do Cidadão Instigado, com as novas aventuras de seu personagem Zé-Doidim.

DIVA
Única figura dos Nove Novos a tocar com todos os outros oito, a cantora, modelo e atriz carioca Thalma de Freitas se define: “Sempre quis ser parte de uma banda, não gosto de ser solo”. Ao lado de Nina Becker, a filha do maestro Laércio de Freitas integra a Orquestra Imperial; ao lado de BNegão, puxa os refrões do projeto Instituto Racional, que toca clássicos de Tim Maia; e apruma as canções de seu projeto Casio Knights, em que improvisa sobre beats de brinquedo.

Kassin, Tatá Aeroplano e Junio Barreto

MANEIRO
Egresso do lendário Acabou La Tequila, onde foi parceiro de Nervoso, o carioca Kassin une na boa as pontas entre underground e mainstream. Vai do low-fi de seu solo Artificial à produça responsa de Caetano e Jorge Mautner, é um dos síndicos da carnavalesca Orquestra Imperial e lapidou discos de Los Hermanos e Mariana Aydar. Mesmo assim, ele não posa – abriu um sorriso infantil quando soube, pelo repórter, que Erasmo havia elogiado sua guitarra: “Sério? Puxa, que maneiro!”.

VOADOR
No dia em que Tatá Aeroplano posou como cover de Magro do MPB-4 (embora todos dissessem que está a cara do Ronnie Von), ele subiria ao palco para dois shows seguidos. Com o Cérebro Eletrônico, banda elogiada pela crítica com o álbum Pareço moderno, e com o Jumbo Elektro – em menos de duas horas, passou do tropicalismo elegante da primeira para o embromation escrachado da segunda banda. O cantor e compositor toca em mais uns três grupos, participou do álbum de Rômulo Fróes e, para levar a vida, é também DJ e curador de mostras de cinema. Sobre a lista da Trip, ele diz: “Acho que nessa prova dos 9 está faltando o Júpiter Maçã”.

DEVAGAR
De sosseguinho, o afropsicossambista Junio Barreto vai cavando seu latifúndio na MPB. Da turma o mais tiozão – calibre 45 –, Juninho assistiu à chegada do manguebit do camarote natal em Caruaru (PE). Seu elaborado e preguiçoso método de compor só fez circular a obra nos anos 00: até então era quase anônimo, embora canções como “Qual é, mago?” fossem tão conhecidas que se acreditava serem de tradição popular. Enquanto promete para o fim de 2009 o esperado segundo álbum, Junio vai sendo gravado por Gal Costa, Vanessa da Matta, Céu, Mariana Aydar, entre muitos outros.

Créditos:
Texto: Ronaldo Bressane
Fotos: Rui Mendes
Coord. Geral: Adriana Verani
Produção de Moda: Anabelle Custodio
Agradecimentos Brechó Minha Avó Tinha (11) 3865-1759
Matéria original no site da Revista Trip

ATENÇÂO!: Lembre-se, todos esses álbuns existem oficialmente. Eles só podem permanecer por 24 horas em seu HD. Portanto, se gostar, COMPRE/BUY.

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Céu lança seu 2º álbum: "Vagarosa"

A bela cantora Céu está lançando seu aguardado segundo álbum, Vagarosa saiu oficialmente dia 7 de julho de 2009. O álbum traz Céu em sua melhor forma, aperfeiçoando seu estilo único que mistura música brasileira, jamaicana e universal e o que mais vier... Vagarosa foi antecipado pelo EP Cangore, lançado em maio último, que já dava pistas da maravilha que seria Vagarosa, que supera o bom álbum de estréia da cantora, o auto-intitulado CéU, de 2005 e também o do projeto Sonantes com os comparsas Dengue, Gui Amabis, Pupillo e Rica Amabis, que teve seu auto-intitulado álbum Sonantes lançado em 2008. Em minha humilde opnião, Vagarosa é desde já, um dos melhores álbuns de 2009.

MP3: Céu - Cangote
MP3: Céu - Bubuia [ft. Anelis Assumpção e Thalma de Freitas]
MP3: Sonantes - Quilombo Te Espera
PDF: Vagarosa (Capa/Cover)

RELEASE:
CéU
Vagarosa
(Six Degrees)
Releasing: 7 July 2009 (US/UK)

01. Sobre o Amor e Seu Trabalho Silencioso
02. Cangote
03. Comadi
04. Bubuia [ft. Anelis Assumpção e Thalma de Freitas]
05. Nascente
06. Grains de Beauté
07. Vira Lata [ft. Luíz Melodia]
08. Papa
09. Ponteiro
10. Cordão da Insônia
11. Rosa Menina Rosa [ft. Los Sebozos]
12. Sonâmbulo
13. Espaçonave


Ever since Brazilian phenomenon Céu captivated the world with her self-titled debut album in 2007, her follow up release has been widely anticipated. After being chosen as the first international artist featured in Starbucks' Hear Music™ Debut series, Céu earned both Grammy and Latin Grammy nominations, countless press accolades, and chart topping numbers. So how does one of the most successful Brazilian female artists of our time respond? With her typical grace and artistry.

First came Cangote in May of 2009, a teaser four-song EP that was a harbinger of wonderful things to come, as the full-length album Vagarosa demonstrates. Vagarosa, which translates to "slow, easygoing, and leisurely," perfectly reflects the vibe that runs throughout the album. Everywhere on Vagarosa is evidence of Céu's ever-deepening musical sophistication and intelligence. Notice the album's opening track, for example: on the surface it's all gentle sweetness, nothing but Céu's flutelike voice accompanied by Rodrigo Campos on the cavaquinho, a sort of Brazilian ukelele. But the song's title hints at more serious concerns – titled "Sobre o Amor e Seu Trabalho Silencioso" ("Concerning Love and Its Silent Work"), it celebrates, in Céu's words, "the invisible chemistry of love, when it awakes," but the song also makes quiet reference to love's demands. That song leads beautifully into "Cangote," which deepens and darkens the mood and prepares you for the myriad sounds and flavors to come later in the program.

"Comadi," a song that Céu co-wrote with with Beto Villares, and that she explains is about "how much women struggle for their position in life," is dense and funky, with lots of wah-wah guitars, low reeds, and a slow and soulful groove. The musical texture opens up a bit with "Bubuia," on which the percussion skitters lightly on the surface, hinting at a sort of jungle breakbeat, but Céu's smoothly languid vocals keep the groove anchored in a relaxed medium tempo even as the intensity begins to build near the middle of the song. "Grains de Beauté" is a frankly sensual love song on which she invites the beloved to draw lines connecting the beauty marks on his lover's body.

One of the most interesting things about Vagarosa is the extent to which organic acoustic sounds and cutting-edge electronic textures are woven together into a completely natural-sounding whole. On "Nascente," a basically acoustic backing track is twisted and refracted by electronic means, while a hot horn chart and a feline rhythm give the impression of a cat stalking its prey – perhaps amorously and perhaps not. "Papa," the album's only English-language track, encourages the listener not to "take yourself so seriously" while placing Céu's voice in an echo chamber with electronically altered acoustic instruments; the combination of the wet ambience and the mysterious, minor-key melody draws you in – until the song suddenly ends after less than a minute and a half.

And yet some of the album's most transcendentally beautiful moments are also its simplest and least complex. On "Vira Lata," which deals with the problem of falling in love with "an unfaithful but lovable person," a flugelhorn and cavaquinho provide tastefully minimal backing, showcasing Céu's voice as gently as a jewel in a simple but elegant velvet box. When the layers of multi-tracked flutes come in near the song's end, the effect is like the arrival of a flock of rare and lovely birds. "Ponteiro" (which again touches on serious issues related to the passing of time) features a circus organ and a metronomically plucked electric guitar – a rather blocky arrangement that nicely complements Céu's airy voice and the delicate melody she sings. On "Cordão da Insônia" she sings of "when the city sleeps and everything becomes quiet," a moment when often "the creative energy starts to flow, making one stay awake, not able to sleep, creating." This song returns to a reggae groove, with some nifty backwards guitar and lounge-flavored mallet keyboards. "Espaçonave" layers Céu's voice on itself, multi-tracking harmony lines in a way that suggests a Brazilian version of Zap Mama, while the churning groove is more like 1960s funk with a slippery New Orleans drum part. This album's music and lyrics have been informed by a number of recent developments in Céu's life, including the birth of her daughter – an event that is celebrated here by a gentle and lovely rendition of the old Jorge Ben song "Rosa Menina Rosa." While "Sonâmbulo's" subject matter is unusually pointed: the song's image of a sleepwalker is intended as a critique of those who allow their own personalities to atrophy in deference to the preferences and expectations of others.

The production of the album started in mid-2008 at Ambulante Studios in São Paulo, Brazil. Céu teamed up with her old accomplice, producer Beto Villares to produce and record her new compositions. In the process, they also involved producer and engineer Gustavo Lenza (Céu's touring engineer for the past 4 years, who recently produced Curumin's last two records) and soundtrack producer Gui Amabis, who has collaborated with Céu on the Sonantes project. Throughout the album Céu enjoys the assistance of many top-notch musician friends: members of Los Sebozos Postizos make an appearance on "Rosa Menina Rosa"; Curumin plays drums on "Cordão da Insônia"; Luiz Melodia provides exquisite guest vocals on "Vira Lata." Pupillo and Dengue from Nação Zumbi contribute drums and bass on "Ponteiro," and Siba (a founder of the regionally famous Pernambucan band Mestre Ambrósio) co-wrote "Nascente" with her.

The ever-proliferating crowd of Brazilian musicians lining up to record with Céu, combined with her deepening penetration of the world's music markets, is more than enough to bear out the optimistic predictions of the music media. But really, all the proof of her unique talent is right here: in the beautifully simple melodies, the sophisticated complexity of the arrangements, the wide-ranging musical references, and the general warmth and attractiveness of her songwriting.

Buy via Six Degrees Records

CéU's USA tour dates:
July 14 & 15 Triple Door Seattle
July 17 Roxy Theatre Los Angeles
July 18 Herbst Theatre San Francisco
July 21 Highline Balroom New York City


Links: ceumusic.com | myspace¹ | myspace² | lastfm | sixdegreesrecords | urbanjungle | wikipedia | c2005/s2008/v2009

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Kassyus Clay - Kassyus Clay EP

Kassyus Clay é um projeto musical formado em 2007 em Vicenza na Itália. Os integrantes originais da banda são guitarrista Alberto (Bateria), Luca "Lobaski" (Voz e Sintetizador) e Jimmy (Baixo); no final de 2008 Jamma, (Guitarra), entrou na banda e logo depois Giama de Puttanas (Guitarra).

No inicio seu som poderia ser considerado como uma combinação de um rock energético com um post-rock sinuoso. Seis meses depois, apos o lançamento da demo "Kassyus Clay, We Play!!!" - que foi gravado e produzidos pela banda no estúdio lo-fi - a banda decidiu desenvolver seu som adicionando instrumentos eletrônicos e ampliando seu lado experimental. As suas próximas musicas ficaram mas ecléticas, mais instrumentais, mais orquestradas e menos rock, focando nas harmonias e estruturas das musicas.

Inspirados por bandas como Stereolab, Tortoise, Cinematic Orchestra, Jagga Jazzist, e muitas outras bandas semelhantes, o som de Kassyus Clay pode ser descrito como evocativo, poderoso, melodia hipnótica, sendo uma, "imagem que fala mas sem imagens".
Em Outubro 2008, Kassyus Clay começou a trabalhar em seu álbum de estreia, gravado no estúdio Inside Outside e lançado em Dezembro 2008.

O disco homônimo foi seguida por uma turnê que manteve a banda ocupada com vários shows, apoiando algumas bandas underground importante coma a Ulan Bator (França), SuperElastic Bubble Plastic and East Rodeo.

Agora Kassyus Clay esta de volta no estúdio compondo novas musicas com influencias de vários estilos musicais, para criar um novo harmonioso e estranho som para tocar em seus próximos shows no final de 2009. A banda, com a colaboração de trés outras bandas (Two Half Cans, Aguirre e Franky Four Fingers), formou o coletivo musical BugFoot para promover um estilo musical que se espalhou de Vicenza para à Itália e a Europa. [RELEASE por Transfusão Noise Records]

Download via MediaFire

Links:
myspace.com/kassyusklay
transfusaonoiserecords.blogspot.com

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Jagjaguwar Records Compilation

Jagjaguwar Records Compilation é uma juntada de faixas que fizemos de recentes lançamentos da Jagjaguwar Records, selo norte-americano de indie-rock. Começa pelos lançamentos mais recentes do primeiro semestre de 2009 como os de Oneida, Dinosaur Jr, Pink Mountaintops, Okkervil River, Swan Lake e Bon Iver, e mais alguns dos principais lançamentos do segundo semestre de 2008 como os de Women, Black Mountain e Ladyhawk. Divirta-se!

MP3: Lightnung Dust - I Knew
MP3: Oneida - I Will Haunt You
MP3: Sunset Rubdown - Idiot Heart
MP3: Dinosaur Jr. - I Want You To Know
MP3: Pink Mountaintops - Vampire
MP3: Okkervil River - Pop Lie
MP3: Pterodactyl - First Daze
MP3: Swan Lake - Spanish Gold, 2044
MP3: Julie Doiron - Consolation Prize
MP3: Odawas - Harmless Lover's Discourse
MP3: Bon Iver - Blood Bank
MP3: Wilderness - Strand The Test Of Time
MP3: Parts & Labor - Nowheres Nigh
MP3: Women - Black Rice
MP3: Nagisa Ni Te - Premonition
MP3: Richard Youngs - Indiana Spike Dance
MP3: Black Mountain - Tyrants
MP3: The Skygreen Leopards - Dixie Cups in the Dead...
MP3: The Lord Dog Bird - The Gift of Song in the Lion's...
MP3: Ladyhawk - I Don't Always Know What You're...

• Clique com o botão direido do mouse no link; salvar destino como...; renomei o arquivo; inicie o dowload do MP3.
• Right click the link and rename the file to download the MP3.

Compre/Buy via Jagjaguwar Records

Conheça também:
Sub Pop Compilation
Barsuk Records Compilation
SVC Records Compilation
Sub Pop Cybersex Digital Sampler
Secretly Canadian Compilation

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